| União dos Palmares |
A primeira vista achei que o tempo tinha parado, ou estava em terreno de guerrilha. A cena esdrúxula de pessoas agarradas em estacas e correntes criava um ambiente de total clausura. Veículos desgastados, nada adaptados ao transporte de pessoas. Um exemplo de desrespeito à dignidade e à vida humana, um paralelo do desenvolvimento com resquícios de uma sociedade medieval.
Uma comparação com o transporte da capital não poderia ser descartada. O trabalhador maceioense encara uma árdua rotina diária de viagens desgastantes em veículos com má conservação. Outro agravante é a espera nos pontos, se assim podemos chamá-los. O cidadão está exposto a toda sorte, em locais que em sua maioria nem têm sinalização, muito menos abrigo adequado com assento e teto para lhe resguardar das intempéries da natureza.
Diante dessas situações vexatórias no transporte de vidas humanas, seja no recanto interiorano ou na grande cidade, não podemos deixar de fazer alguns questionamentos. O ser humano se deslumbra com descobertas que melhoram o desempenho dos veículos. Por outro lado os mais simples itens de segurança que garantem a segurança causam grande objeção. Até quando será necessário a criação de leis que obriguem o ser humano a zelar pela vida. A cadeirinha é a mais nova discussão, ou devemos deixar para os futuros adultos comentarem?
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BOA MATÉRIA, PRECISAMOS ABRIR OS OLHOS PARA SITUÇÕES COMO ESTA. PARABÉNS
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