As praias maceioenses de Jatiúca e Ponta Verde não têm o mesmo charme e/ou glamour das cariocas Copacabana e Leblon. O vai e vem de pessoas na orla de nossa capital pode não ter sido retratado em uma novela do horário nobre, mas mesmo assim ela tem seu valor particular. Diariamente nossos poucos atores desconhecidos desfilam por suas calçadas, não há ensaio nem figurantes, estão todos misturados no mesmo ato e compasso, o da vida real.
São casais e famílias, outros são independentes; pretos, brancos ou morenos. Não existe seleção de papéis, digo mais, nesse jogo cinematográfico não há papel principal ou coadjuvante, nem mocinho nem vilão. O antagonismo está presente apenas nas telas e telenovelas. Aqui não há diretor, quem marca o tempo é o sol que se levanta no mar de Maceió.
Estão e estarão sempre aqui, temporadas e temporadas. Uns vieram pra se exercitar e manter a forma esbelta, outros querem qualidade de vida e bem-estar físico e mental. Querem fôlego para suportar mais um dia rotineiro de demora no trânsito ou fila de banco.
Não se deve fazer prejulgamento, mas, quem briga uma hora a mais com o despertador e sente-se cansado deveria assistir e participar de um capítulo. Saltar da cama mais cedo, observar e aproveitar este mar a sombra do coqueiro e um pouco desta brisa suave.
O passo apressado, a carroça do catador, a bicicleta na contra-mão, fazem parte do enredo, sem eles faltaria um toque de realidade. E seguem, marcham enxugam o suor e apressam, pois o tempo é curto e cada capítulo tem que começar cedo e não se estende muito, logo chega o barulho do trânsito, os trabalhadores da areia e já são muitos, merecem um capítulo a mais.
São casais e famílias, outros são independentes; pretos, brancos ou morenos. Não existe seleção de papéis, digo mais, nesse jogo cinematográfico não há papel principal ou coadjuvante, nem mocinho nem vilão. O antagonismo está presente apenas nas telas e telenovelas. Aqui não há diretor, quem marca o tempo é o sol que se levanta no mar de Maceió.
Estão e estarão sempre aqui, temporadas e temporadas. Uns vieram pra se exercitar e manter a forma esbelta, outros querem qualidade de vida e bem-estar físico e mental. Querem fôlego para suportar mais um dia rotineiro de demora no trânsito ou fila de banco.
Não se deve fazer prejulgamento, mas, quem briga uma hora a mais com o despertador e sente-se cansado deveria assistir e participar de um capítulo. Saltar da cama mais cedo, observar e aproveitar este mar a sombra do coqueiro e um pouco desta brisa suave.
O passo apressado, a carroça do catador, a bicicleta na contra-mão, fazem parte do enredo, sem eles faltaria um toque de realidade. E seguem, marcham enxugam o suor e apressam, pois o tempo é curto e cada capítulo tem que começar cedo e não se estende muito, logo chega o barulho do trânsito, os trabalhadores da areia e já são muitos, merecem um capítulo a mais.
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