Adquirir uma motocicleta tornou-se mais fácil. São diversas as formas de financiamento. Outro fator que impulsiona o aumento do número de magrelas nas ruas é o alto preço dos combustíveis. Hoje é quase uma ilusão completar o tanque do possante. Já a moto, com seus 15 litros em média é uma alternativa no país do petróleo do pré-sal. O mesmo país que taxa de forma exorbitante a gasolina.
Nos dias de hoje existe todo um aparato em prol da pilotagem segura. São diversos os tipos de roupas que ajudam na proteção do motoqueiro. Óculos e capacetes com viseiras automáticas que obsta a entrada de partículas de poeira, e ainda proporcionam boa visibilidade são adereços preciosos e indispensáveis. O motociclista só não desfruta de ar geladinho como a galera do volante.
Mesmo sem o ar condicionado, andar de moto é melhor, pega sol, mas é mais refrescante que ficar espremido dentro do ônibus. Assim como o motoquerio, o passageiro do coletivo também sofre com sol e chuva. Faltam abrigos para os usuários que sofrem à espera do “busão”, eles não podem pegar um “corredor” para escarpar da demora como faz o cara da moto.
Maceió não é sede de Copa do Mundo, mas, não é diferente das cidades escolhidas para sediar o torneio da Fifa aqui no Brasil. Assim como as outras capitais, nossa ensolarada Maceió não dispõe de transporte coletivo ideal para atender à população.
Pena que a isenção de impostos para as obras da Copa é restrita as cidades sedes. E o espetáculo será dentro dos belos estádios que ainda vão ser erguidos. Nas ruas todos esperam, seja no ponto de ônibus ou no congestionamento. O motoqueiro vai de moto, com cuidado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário